terça-feira, 29 de março de 2011

Sorrir

Sorrir não é mostrar transparecidade
E nem cobrir-se pela maldade.
“Sorrir é expandir a felicidade.”

SONHOS

Existem sonhos que não passam de ilusões,

De sofrimentos,de agonias e decepções,

Sonhos que se realizam com as forças das emoções.
Perdoar,as vezes se torna impossível,quando não se tem amor.

João Jesus de Paes Loureiro

        


  João Jesus de Paes Loureiro (Abaetetuba, 23 de junho de 1939) é um escritor, poeta e professor universitário brasileiro. Professor de Estética, História da Arte e Cultura Amazônica, na Universidade Federal do Pará. Mestre em Teoria da Literatura e Semiótica, PUC/UNICAMP, São Paulo e Doutor em Sociologia da Cultura pela Sorbonne, Paris, França.

  
         Possui diversas obras publicadas, como o livro "Cultura Amazônica - Uma Poética do Imaginário", tese de doutoramento na Universidade de Paris V (Sorbonne, França). Parceiro, como poeta, de vários compositores paraenses, tais como Wilson Dias da Fonseca, é autor da inspirada letra da valsa "Rachelina" (1922), escrita em 1996, cujo texto procura retratar, com fidelidade, o espírito da música composta por José Agostinho da Fonseca (1886-1945), em homenagem à pianista santarena Rachel Peluso.

MAX MARTINS

Max Martins(1926/2009)


Obras: O Estranho, Belém, Revista de Veterinária, 1952; Anti-Retrato (Belém, Falângola, 1960, receberam respectivamente os prêmios da Academia Paraense de Letras e Secretaria de Educação do Estado do Pará; O Risco Subscrito ( Belém, Mitografe, 1980); A Fala entre Parêntese ( Belém, Grapho/Grafisa, 1982., parceria com o poeta Age de Carvalho); Caminho de Marahu (Belém, Grapho/Grafisa, 1983); 60/35 ( Belém, Grapho/Grafisa, 1986;) Não para consolar. Poesia completa. (Belém, CEJUP, 1992. Prémio Olavo Bilac da ABL, dividido com o poeta António Carlos Osório); Marahu Poemas (Belém, CEJUR 1992); Colagens ( Belém. CEJUP, 1992); Para ter onde ir (SP, Massao Ohno/Augusto Massi, 1992); Outrossim. Poema-cartaz. (Belém, Casa da Linguagem, 1991); J poemas. Folder, (Belém, Falângola, 1991); e Caudrons of Críatirity. Poemas e ilustrações de Max Martins de seus Diários do Poeta. Exposição na Universidade do Colorado, EUA, 1999.










A CABANA


É preciso dizer-lhe que tua casa é segura


Que há força interior nas vigas do telhado


E que atravessarás o pântano penetrante e etéreo


E que tens uma esteira


E que tua casa não é lugar de ficar


mas de ter de onde se ir.

Nossa Gente


Gente de alegria e perseverança...
Gente da nossa dignidade,
Gente da nossa lembrança,
Gente da nossa felicidade.

A nossa gente é mesmo assim
Recebem todos no coração.
Da nossa gente só tem a vim
Uma grande satisfação.

A nossa gente é valiosa...
Planta o bom,e colhe o ótimo,
Aqui ninguém fica por último...
Gente corajosa, gente vitoriosa!

NOSSO AÇAÍ



Fruta que muito satisfaz
É o alimento de muitos
Que não tem nada de mais.

Nós atemos bem aqui..
Em nossos sustentos,
Muitos dependem do açaí.

Nosso ouro roxo
Que não se vê por aí...
Tenho aqui no peito,
A mancha roxa do açaí.

Declaração de amor

        Ando por vários lugares todos os dias a procura de um amor que me faça feliz, mas não acho,pode até ser que um dia esse amor tenha passado perto de mim e eu nem percebi,pois meus olhos estavam fechados,eles só enxergam você.
       Agora eu gostaria de saber se você é sempre assim,gosta de machucar os outros Com desprezos e não dá a mínima para quem lhe ama de verdade.

       Te falo com toda certeza,pode passar dias,semanas,meses,anos,décadas ou século,de uma coisa fique sabendo que eu sempre irei te amar.

segunda-feira, 28 de março de 2011

As mulheres amam muito tempo antes de confessá-lo; os homens têm já deixado, há muito, de amar, quando continuam a confessá-lo ainda.



                                                   Emanuel Wertheimer

domingo, 27 de março de 2011

É MUITO BOM VER QUE A IGREJA ESTÁ SE EMPENHANDO NA QUESTÃO DA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.GOSTEI MUITO,VAMOS APOIAR ESSA MARAVILHOSA CAMPANHA.

Uma Carta Com Amor

A mãe de jimmy se levanta da cadeira quando viu o cirurgião chegar e pergunta:
- Como esta meu filho? Ele vai ficar bem?

O cirurgião disse:
- Sinto muito, fizemos tudo o que estava ao nosso alcance.
Sally disse:
- Por que as crianças tem câncer? Será que Deus não se preocupa com elas?
Deus, onde estavas quando meu filho precisou?


O cirurgião disse:
- Uma das enfermeiras sairá para te deixar uns minutos com o corpo de seu filho antes que levem para a Universidade.
Sally pediu a enfermeira que a acompanhasse enquanto se despedia de seu filho. Passou a mão no seu cabelo, a enfermeira perguntou se ela queria guardar alguns fios de seu cabelo. Sally aceitou, a enfermeira cortou uma mecha e colocou em uma bolsinha de plástico e deu a Sally.
Sally disse:
- Foi idéia de Jimmy doar seu corpo a Universidade para ser estudado.
Disse que poderia ser útil a alguém. Era o que ele desejava. Eu, a princípio me neguei, mas ele me disse: "Mamãe, eu não o usarei depois que morrer, e talvez ajude uma criança a desfrutar de um dia mais ao lado de sua mãe." Meu Jimmy tinha um coração de ouro, sempre pensava nos outros e desejava ajudá-los como pudesse.
Sally saiu do Hospital Infantil pela última vez, depois de ter permanecido por lá nos últimos seis meses. Colocou a bolsa com os pertences de Jimmy no assento do carro, junto a ela. foi difícil dirigir de volta pra casa, e mais difícil ainda, entrar na casa vazia.
Levou a bolsa ao quarto de Jimmy e colocou os carrinhos de miniatura e todas suas demais coisas como ele gostava. Sentou na cama de Jimmy e chorou até dormir, abraçando o pequeno travesseiro dele. Acordou cerca de meia-noite, junto a ela, havia uma folha de papel dobrada. Abriu a carta que dizia:
"Querida mamãe, sei que você deve sentir minha falta mas não pense que eu te esqueci ou que deixei de te amar só porque não estou ai para dizer TE AMO. Pensarei em você cada dia mamãe e cada dia te amarei ainda mais.
Algum dia voltaremos a nos ver. Se você quiser adotar um menino para que não fiques tão sozinha, ele poderá ficar no meu quarto e brincar com todas as minhas coisas. Se quiser uma menina, provavelmente ela não gostara das mesmas coisas que os meninos e terá que comprar bonecas e coisas de meninas.
Não fique triste quando pensar em mim, estou num lugar grandioso.
Meus avós vieram me receber quando cheguei, me mostraram um pouco daqui, mas levarei muito tempo para ver tudo. Os anjos são muito amigos e me encanta vê-los voar. Jesus não se parece com as imagens que vi dele, mas soube que era ele assim que o vi. Jesus me levou para ver Deus!! E acredite, mamãe! eu me sentei no colo dele e falei com ele como se eu fosse alguém importante.
Eu disse a Deus que queria te escrever uma carta, para me despedir e
etc., mesmo sabendo que não era permitido. Deus me deu papel e sua caneta pessoal para escrever esta carta. Acho que se chama Gabriel o anjo que a deixara cair para você. Deus me disse para responder o que você perguntou:
"Onde estava ele quando eu precisei?" Deus disse: "No mesmo lugar de quando Jesus estava na cruz. Estava justo aí, como Deus sempre está com todos os seus filhos."
Esta noite estarei na mesa com Jesus para o jantar. Sei que a comida será fabulosa. Ah! quase esqueci de dizer... Não sinto mais nenhuma dor, o câncer foi embora. Estou feliz porque eu já não conseguia mais suportar tanta dor e Deus não podia me ver sofrendo daquela maneira, ai enviou o Anjo da Misericórdia para me levar. O Anjo me disse que eu era uma entrega especial!!!"
Ando por aí
No manobrar dos ventos
Levando um amor intenso
Delicado de sentimentos.
Procuro com a amada
Desfrutar as alegrias
Saudades guardadas
Desejos e fantasias.
É assim que vou em frente
Sem vê e sem pensar
Levo tudo adiante
Com muito amor para dar.

UM AMOR PARA DAR

Ando por aí
No manobrar dos ventos
Levando um amor intenso
Delicado de sentimentos.


Procuro com a amada
Desfrutar as alegrias
Saudades guardadas
Desejos e fantasias.


É assim que vou em frente
Sem vê e sem pensar
Levo tudo adiante
Com muito amor para dar.

UM POUCO DO NADA

Fico na sombra da castanheira
De bruços em frente ao poente.
A vida em mim é passageira
E eu dela um ser temente.


Em virtudes eu me refaço
Do direito ao meu avesso,
Do proveito do nado eu me desfaço,
Volto ao inicio quando tropeço.


Do meu fracasso não vejo proveito
Do nada tenho fartura,
Mais a esperança em mim é tão pura
Que do nada torno perfeito.

LIVROS QUE PARTICIPO




MEUS LIVROS PUBLICADOS