terça-feira, 14 de julho de 2009

Soneto íntimo

Embora num olhar perpétuo,
A rosa em momentos se disfarça
Na flor das horas tétricas
Que pela emoção vem e passa.

Molhada a minha pupila inefável
Exprime o valor ineficaz
Da minha fonte aquática
Tão pequena e inestimável.

Embora num olhar desprezado
A rosa em momentos se desfaz
Das alegrias, do último,

Do primeiro, presente, passado...
O segredo, a mim, traz
A valorização do meu íntimo

2 comentários:

Sílvia Mota disse...

Oi, Marcos,
atendendo ao teu convite, vim conhecer teu blog. Parabenizo-o, porque sendo tão jovem és amante da arte poética.

Aconselho-te, entretanto, a estudar a respeito das modalidades poéticas. Por exemplo, em "Soneto íntimo", não existe um soneto. O soneto possui regras rígidas a serem seguidas.

Beijos, Sílvia Mota.
Cabo Frio, 24 de julho de 2009 - 16:14hs.

Alisson disse...

Gostei da tua poesia Marcos. Parabéns pelo dom. Eu também escrevo, aliás, tento. XP
Se quiser pode me adicionar aí para trocar uma ideia e tal.

alissonhap@hotmail.com

Abraço, e muito sucesso.