quinta-feira, 9 de julho de 2009

PARA AS MANHÃS



Nos cortes dos raios
O refúgio de minh’alma
No brilhar dos sorrisos
Que me leva e me acalma,

No meu odiar proscrito
Virou um ser humano,
O que por mim foi dito
Na vida não sofreu engano,

No prosperar cuidados
Nas emoções frias,
Sentimentos separados
E alegrias vazias.

Agora nas manhãs distantes
Relaxadas pelos ventos
Nesses recantos delirantes
Nas crismas, pressentimentos...

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