domingo, 13 de julho de 2008

POESIA MORADA

Com o fruto do sentimento
Com o amor de todo dia
Bati o primeiro traço de cimento
Para a minha poesia

Agindo com a caneta
Não contratei funcionários
Eu mesmo fui o pedreiro.

Após a construção
Foi o momento de pintar.
Pintei com as cores do coração.

Toda já acabada
As mudanças,já a começar.
Em fim cheguei a minha morada
Aonde sempre irei morar.
(Marcos Vieira)

RETRATO DA AMADA

Tu que estás comigo;o sonhar
Clareou seu tempo
Para tecer-te o rosto
Tão meigo e lento.

Seu rosto parecem nuvens
Atraída para o ocidente
Distante como o nunca
Incessante como o sempre

E que repentinamente
Se leva e acalma,
Como se as chuvas e os ventos
Permitissem-lhe seus momentos,

Como se o sol em ti brilhasse
A lua,lhe causasse friamento,
Assim,deixando-te suave.
Com aparência de grande amor por dentro.
(Marcos Vieira))

O APRENDIZADO SEM GRAÇA

Chegará o dia,e que o dia acabe
Sem mesmo que a noite chegue.
É chegado o dia em a mão,no caminho,
Já não reconhece o seu gesto.

Chegará o dia,em que a lenha,já não terá
Para espertar o fogo da fogueira.
Chegará o dia,que o amor que era infinito
Em segundos do tempo se acabará,

Solução,é saber amar perto ou distante,
Assim como a flor brotará na haste,
Para que o intenso amor não se acabe
No além sem graça de um instante.

(Marcos Vieira)

NOSSA AMAZÔNIA

Lindas e abençoadas paisagens
Que nos traz alegria de à ter.
Belos rios, que habitam em suas margens
A esperança de sempre se erguer.

Que lindo verde, da esperança,
Que no fundo gera desunião,
Seja sempre nossa herança
Para estarmos no seu coração.

Que beleza, que causa insônia
Da pureza de suas flores...
Vamos cuidar da nossa Amazônia
Para no futuro não sofrermos de dores.
(Marcos Vieira)